Você já foi à feira alguma vez na sua vida? Se a resposta foi sim, certamente você também já teve que escolher algumas verduras, frutas e legumes, durante essa empreitada, estou certo?
E como é que se faz para escolher produtos numa feira? Escolhemos as melhores maçãs, as melhores peras, as melhores alfaces, as melhores couves, as melhores cenouras, as melhores vagens, enfim, nada que estiver podre entra na nossa sacola.
Pois bem, se você quiser ter uma boa alimentação basta escolher bem os alimentos. Mas e se você quiser ser mais feliz?
Aí você terá que aprender a escolher pensamentos.
Veja bem, se temos bons pensamentos, podemos ser mais felizes. Mas se os pensamentos que temos são podres, então, que tristeza! Vamos passar fome... fome de felicidade. Vamos ficar doentes.
A felicidade não está fora de nós, isto é, em situações externas. Ela é fruto das nossas escolhas de pensamentos. Nós é que escolhemos no que queremos pensar e em qual momento.
Quando escolhemos maus pensamentos, corremos o mesmo risco das situações em que escolhemos um legume podre na feira. Corremos o risco de ficarmos doentes, incapacitados de qualquer realização, tristes.
Por outro lado, realizar propósitos nos torna mais plenos. Principalmente quando esses propósitos têm a ver com a nossa essência. Aí está o poder do propósito. É o tema das melhores palestras motivacionais.
Dessa maneira, a felicidade é um processo de escolha e não depende de mais ninguém além de nós mesmos. Portanto, se algo nos deixa triste o que temos a fazer é descartar a maçã pode desse pensamento e colher a maçã de um pensamento sadio, equilibrado, baseado no que há de mais positivo em nossos propósitos de vida mais essenciais.






